A Bolsa de Valores do Rio de Janeiro (BVRJ), localizada na cidade do Rio de Janeiro, foi a primeira bolsa de valores a entrar em operação no Brasil. A partir de 2000, com a transferência da negociação com ações para a Bolsa de Valores de São Paulo, ela passou a negociar apenas títulos públicos. Em 2002 foi adquirida pela Bolsa de Mercadorias e Futuros[1] e passou a apenas a negociar titulos imobiliarios e leilões.
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Na primeira metade do século XIX, principalmente após a chegada da família real portuguesa ao Brasil, os negócios com fretes e mercadorias para importação e exportação ganharam grande impulso e começaram a se organizar em torno de "praças de comércio". As praças de comércio foram, no Brasil, o embrião do um pregão organizado, que seria formalizado somente em 1845, com a fundação da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro[1].
Ao final da década de 1890, durante o governo provisório de Deodoro da Fonseca, ocorreu uma grande onda de especulação com ações, o encilhamento. A BVRJ esteve intimamente ligada a esse processo por ser a maior praça de negociação de ações do Brasil naquela época[2].
Na década de 90 foram realizados vários leilões de privatização na BVRJ, no escopo do Programa Nacional de Desestatização, que incluíram algumas das mais importantes empresas brasileiras como, por exemplo, Usiminas, ACESITA, COSIPA e Embraer[3].