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Exército Brasileiro :: Directory - All you ever wanted to know about Exército Brasileiro

Exército Brasileiro

All you want to know about Exército Brasileiro

Exército Brasileiro
Presidente Lula passa em revista as tropas da MINUSTAH
País Brasil
Força Terrestre
Efetivo 190.000 ativo

280.000 reserva

Estrutura Ministério da Defesa
Centro de Comando Brasília, DF
Patrono Luís Alves de Lima e Silva
Lema {{{lema}}}
Hino Canção do Exército
Batalhas Guerra da Independência
Guerra da Cisplatina
Guerra dos Farrapos
Guerra do Paraguai
Guerra de Canudos
Guerra do Contestado
Revolução Constitucionalista de 1932
Primeira Guerra Mundial
Segunda Guerra Mundial
Comandantes
Comandante-Supremo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva
Comandante General-de-exército Enzo Martins Peri
Outras informações
Bandeira {{{bandeira}}}
Insígnia Brasão de Armas do Exército Brasileiro
Website exercito.gov.br

O Exército Brasileiro (EB) é uma das três Forças Armadas responsável, no plano externo, pela defesa do país em operações eminentemente terrestres, e, no interno, pela garantia da lei, da ordem e dos poderes constitucionais.

O seu comandante supremo é o Presidente da República.

Entre 1808 e 1967, o responsável pela gestão do Exército foi o Ministério da Guerra. De 1967 a 1999, passou a ser denominado Ministério do Exército. Desde 1999, na estrutura do Governo do Brasil, o Exército está enquadrado no Ministério da Defesa, ao lado da Marinha e da Força Aérea.

Em tempos de paz, as tropas do Exército estão continuamente preparando-se para atuar em situações de conflito ou guerra. Além disso, são empregadas para a defesa da faixa de fronteira (tarefa conjunta com a força aérea) e para levar alimentos e serviços médicos a pontos isolados do território, participação e coordenação de campanhas sociais e pesquisas científicas (como as desenvolvidas no Centro Tecnológico do Exército (CTEx).

Na área da educação, cita-se como exemplo o Instituto Militar de Engenharia (IME), um dos mais proeminentes estabelecimentos de ensino superior do Brasil na linha científico-tecnológica.


Índice

[editar] História

[editar] Antecedentes

No período colonial o rei D. Manuel I, mandou organizar expedições militares com a finalidade de proteger os domínios portugueses na América, então recém-descobertos.

À medida em que colonização avançou em Pernambuco e São Vicente, as autoridades militares nativas e bases da organização defensiva da colônia começaram a ser construídas para fazer frente às ambições dos franceses, ingleses e holandeses.

Basicamente a História do exército brasileiro se iniciou em 1548 quando D. João III resolveu criar um governo-geral com sede na Bahia.

As primeiras intervenções de vulto ocorridas foram a expulsão dos franceses do Rio de Janeiro, no século do descobrimento, e do Maranhão, em 1615. À medida em que avançou a interiorização através do amplo movimento de expansão territorial no século XVII e do início do século XVIII, as Entradas e Bandeiras forçaram a organização da defesa do território recém conquistado. As forças expedicionárias de caráter eminentemente militar iniciaram a utilização da população local, particularmente de São Paulo, pelos capitães-mór, em busca de riquezas ou da escravização dos índios.

A guerra contra os holandeses, no século XVII, pela primeira vez mobilizou grandes efetivos no país, e particularmente começou a haver um sentimento de defesa nacional, independentemente da influência da coroa. A primeira Batalha de Guararapes (19 de abril de 1648) marca o início da organização do exército como força genuinamente brasileira formada por brancos locais, liderados por André Vidal de Negreiros, índios, liderados por Felipe Camarão e negros/mulatos, liderados por Henrique Dias. Esta data é comemorada como o aniversário do Exército Brasileiro.

Ao longo do século XVIII o Brasil-colônia teve sérios problemas de fronteira principalmente no extremo sul. Naquela época, eram freqüentes os choques entre luso-brasileiros e hispano-platinos, além disso, a força terrestre enfrentou a ameaça das rebeliões de índios e negros.

O marquês de Pombal tentou organizar de forma mais profissional o exército colonial, contratando para esse fim o conde Guilherme de Schaumburg-Lippe, militar alemão, que trouxe para auxiliá-lo vários oficiais estrangeiros.

Na reorganização promovida por Böhm construíram-se quartéis, casas de armas, fortificações e hospitais. A guarnição do Rio de Janeiro passou a ser centro de preparação para as tropas que demandavam o sul.

[editar] A Independência

Com a invasão de Portugal pelas tropas de Napoleão houve a fuga da corte para o Brasil. Utilizando as instalações e o corpo docente da Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho (raiz histórica do Instituto Militar de Engenharia), foi instaurada em 4 de dezembro de 1810 a Academia Real Militar, no Rio de Janeiro. O curso, tinha a duração de sete anos. A Academia Real Militar mudou diversas vezes de nome e formava na mesma escola engenheiros militares/civis e oficiais combatentes, permanecendo assim até 1874 (1). Foram organizados os hospitais militares e os arsenais de guerra.

Foram construídas indústrias de armas e fábricas de pólvora. A estrutura militar se organizou e se modernizou. As tropas de primeira linha começaram a admitir brasileiros. Estes passaram a integrar os regimentos de cavalaria do Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul, os corpos de artilharia de Santos, Santa Catarina e capitanias do norte e os batalhões de caçadores do Rio Grande do Sul.

Em 1815, com a elevação da colônia à categoria de reino muitas tropas regulares de Portugal desembarcaram no Brasil. A primeira era a divisão do Visconde da Laguna, Carlos Frederico Lecor. Esta época foi de importância extrema para a organização do sistema militar brasileiro. Começou a haver maior autonomia em relação a Portugal culminando com a criação do Ministério da Guerra e a centralização de todas as forças militares de terra.

Logo após a independência, em decreto mandado redigir por D. Pedro I, em 1º de dezembro de 1824, foram organizadas as forças militares brasileiras.

(1) http://www.ime.eb.br/arquivos/Noticia/historicoIME.pdf)

[editar] O Segundo Reinado

Luís Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias, patrono do Exército Brasileiro.

O exército imperial brasileiro foi reorganizado em 1831, em seguida, foi criada a Guarda Nacional, foram extintos os antigos corpos de milícias e ordenanças e as guardas municipais. Desde 1837 começou a haver a tentativa do serviço militar obrigatório no Brasil. A legislação tentou em vão em 1822, 1837, 1841, 1848 e 1852, a resolver o problema do recrutamento obrigatório. Porém, mais por razões políticas do que militares, não foi resolvido.

Em 1865, ao eclodir a Guerra do Paraguai, o Brasil não estava em condições de enfrentar o inimigo. Isso ocorreu devido ao fato de o Império negligenciar o preparo de suas forças armadas.

O exército imperial contava com apenas 16.834 oficiais e praças, disseminados pelas províncias num território de tamanho continental. Foi o Duque de Caxias que reorganizou o exército de forma eficiente, mesmo assim só após cinco anos de luta.

[editar] República Velha

Após o golpe de Estado que instaurou a forma de governo republicano ao país, foi-se prometido aos militares o aumento em seus salários, assim como a instituição da reforma compulsória, alteração dos planos de organização do Exército, a reforma do ensino militar e a regulamentação de promoções visando aperfeiçoar a instituição. Entretando, a reorganização do Exército limitou-se a aumentar o número de batalhões e regimentos, sem que fosse modificado a quantidade de militares. As promoções que foram concedidas pelo novo governo desrespeitaram a hierarquia, antiguidade e competência, tendo-se como critério apenas interesses políticos. Foram extinguidos três arsenais de guerra, a fábrica de pólvora fora arruinada, não houvera a criação de oficia para armamentos modernos e os armamentos comprados em geral eram completamente ultrapassados. Os gastos com o Exército em 1889 atingiram o montante de 1.666.000 libras, enquanto mais de dez anos depois, o valor gasto na manutenção da instituição era de apenas um terço deste valor, ou seja, 555.333 libras[1]. Apenas nos cinco primeiros anos da República, a inflação corroera a moeda nacional, atingindo uma média de 50% por ano[2], o que revela a grave situação da força armada neste período, que deveria se manter com menos recursos (com um valor extremamente reduzido graças a inflação descontrolada) que no período imperial.

No ano seguinte à Proclamação da República, em 1890, o ensino militar no Brasil foi reformado. Isto ocorreu por inspiração pelos ideais positivistas dos líderes republicanos. Nas escolas militares e nas casernas pregava-se a idéia de uma paz universal duradoura (o que não impediu o envolvimento em várias situações de combate dentro do país, como a Revolta da Armada). O marechal Hermes da Fonseca, ao assumir a pasta da Guerra em 1906, deu vigoroso impulso à reforma da estrutura militar do país. Estabeleceu o serviço militar obrigatório, por sorteio, e reorganizou o exército em bases modernas, reequipando-o. A lei do sorteio teve muitos protestos, porém, foi efetivamente aplicada em 1916, por contingência da Primeira Guerra Mundial.

Devido ao afundamento de navios mercantes Brasileiros na costa européia por submarinos Alemães durante o primeiro semestre de 1917, o Brasil declarou guerra aos Impérios Centrais em 26 de outubro daquele ano. O Exército Brasileiro participou do conflito no envio de um grupo de oficiais e sargentos para o Front Ocidental que foram incorporados a unidades do Exército Francês. Dentre esses, destacou-se o então tenente José Pessoa Cavalcanti de Albuquerque tendo chegado ao comando do pelotão do 4º Regimento de Tanques dos Dragões. Condecorado pelo Exército Francês, de volta ao Brasil por sua iniciativa e pioneirismo viria a se tornar o patrono da força blindada brasileira.[3].

Em 1919, o Exército Brasileiro foi reorganizado por uma missão militar francesa, chefiada pelo general Maurice-Gustave Gamelin.

[editar] Estado Novo

O Estado Novo transferiu em 1938 para o ministro da Guerra as funções efetivas de comando, passando o Estado-Maior a órgão assessor, sem as prerrogativas e responsabilidades deferidas pela legislação anterior.

Com a declaração de guerra ao Nazismo em 1942, acabou por se constituir por imposição da política internacional, o alinhamento do Brasil aos Estados Unidos, através da Comissão Mista Brasil-Estados Unidos. O país colaborou no esforço de guerra aliado, enviando para o teatro de operações da Itália a Força Expedicionária Brasileira (FEB), cuja organização e treinamento obedeciam aos padrões das grandes unidades norte-americanas. Em 1944, o País enviou para o teatro de operações europeu uma força expedicionária sob o comando do General Mascarenhas de Moraes. Designada para operar na Itália, durante o tempo em que esteve em combate, junto ao V Exército dos Estados Unidos da América, a Divisão brasileira sofreu cerca de 450 mortes em combate, 2.000 mortes devido a ferimentos de combate e mais de 12.000 baixas de campanha, tendo assim, dos 25.000 homens enviados mais de 22.000 participado das ações[4]. Antes que o conflito terminasse, havia feito mais de 15.000 prisioneiros de guerra e capturado duas divisões inimigas, uma alemã e uma italiana. Durante o conflito o Exército entrou em processo de assimilação da doutrina militar norte-americana, mais moderna que a francesa. Apesar do treinamento deficiente e da falta de apoio e material por parte do então governo Brasileiro, na Itália abastecida e treinada pelos padrões Americanos a FEB cumpriu as missões a ela delegada pelo comando Aliado combatendo tropas experientes calejadas por anos de campanha, tendo ao final contribuído para a rápida rendição das tropas alemãs na Itália[5].

[editar] Regime militar no Brasil (1964-1985) e volta à democracia

Vista do Quartel General do Exército, em Brasília.

A partir de 1960, o Exército passou a estudar e desenvolver uma doutrina própria, adaptada às condições e à realidade brasileiras.

Após o golpe de 1964 e durante todo o período dos governos militares, o Exército participou de operações de repressão a movimentos guerrilheiros e de subversão. No auge da chamada Guerra Fria, militantes de esquerda recorreram à guerrilha e foram reprimidos pela Força. Foi um período de muita censura e repressão. O período autoritário teve seu ápice no governo Médici, conhecido como "anos de chumbo". Após a abertura conduzida pelo Presidente Geisel e atendendo aos anseios da população, o Brasil voltou à democracia em 1985. Com a promulgação da constituição, em 1988, o Exército e as demais Forças Armadas se afastaram do núcleo político brasileiro, voltando-se para suas missões constitucionais.

Com o novo cenário internacional após o fim da bipolaridade Estados Unidos da América - União Soviética, o Exército foi chamado a respaldar a política externa brasileira, passando a atuar em diversas missões de paz patrocinadas pela ONU, tais como em Angola, Moçambique e Timor-Leste, além de enviar diversos observadores militares para várias regiões do mundo em conflito. No ano de 2004, o Exército Brasileiro passou a comandar as forças de paz que se encontram no Haiti.

[editar] Organização

Parada militar em Salvador, Bahia.

Os maiores escalões organizacionais do Exército são o Estado-Maior do Exército (órgão de direção geral) e os orgãos de direção setorial: Comando de Operações Terrestres, Departamento-Geral do Pessoal, Departamento de Ensino e Pesquisa, Departamento de Ciência e Tecnologia, Departamento Logístico, Departamento de Engenharia e Construção e Secretaria de Economia e Finanças.

O braço operacional do Exército é denominado Força Terrestre e é constituído pelas divisões de exército, brigadas, unidades de combate e de apoio ao combate.

O Exército está organizado em vários Grandes Comandos, unidades e subunidades espalhadas por todo o Brasil. O território nacional é dividido, conforme a área de atuação de cada uma, em:

Comandos Militares do Brasil
Regiões Militares do Brasil
Parada militar em Poá - SP.

[editar] Armas, quadros e serviços do Exército

Os oficiais do Exército Brasileiro estão divididos em Armas, Quadros e Serviços, de acordo com a especialidade e a área de atuação.

Os subtenentes e sargentos do Exército Brasileiro estão divididos em Armas, Quadros e Serviços, da mesma forma dos oficiais, contudo com qualificações militares (QMS) mais específicas às atividades da Força.

[editar] Educação

Desfile dos cadetes da Academia Militar das Agulhas Negras durante cerimônia de entrega do espadim aos novos formandos.

O Exército Brasileiro mantém uma das mais fortes estruturas educacionais superiores do Brasil, atuando nos mais diversos ramos.

Entre suas principais instituições de Ensino Superior, estão:

Além dessas, possui importantes centros de formação, como a EsSA - Escola de Sargentos das Armas, a EsPCEx - Escola Preparatória de Cadetes do Exército, a EsIE - Escola de Instrução Especializada, o CIAvEx - Centro de Instrução de Aviação do Exército,a EsACosAAe - Escola de Artilharia de Costa e Antiaérea, os CPOR - Centro de Preparação de Oficiais da Reserva, o Sistema Colégio Militar do Brasil e os NPOR - Núcleo de Preparação de Oficiais da Reserva.

Desde 1991 as mulheres obtiveram o direito de ingressar no exército brasileiro. A primeira turma feminina formou-se na Escola de Administração do Exército, em 1992.

[editar] Missões e projetos

[editar] Haiti

Porto Príncipe (Haiti) - O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, durante visita às tropas brasileiras que participam da missão de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) para a Estabilização no Haiti (Minustah).

No ano de 2001, Jean-Bertrand Aristide venceu as eleições presidenciais do Haiti, sendo que menos de 10% da população votou. A oposição negava-se a aceitar o resultado, criando um impasse. No ano de 2004, por meio de negociações mediadas pela comunidade internacional, em especial a OEA e o CARICOM, Aristide aceitou dissolver seu gabinete ministerial. No entanto, a oposição continuou insatisfeita, e a violência que surgiu no início do mês de fevereiro na cidade de Gonaïves se espalhou pelo país.

As forças rebeldes começaram a ocupar todas as cidades importantes do país, quase sem nenhuma resistência. França e Estados Unidos culpavam Aristide pela onda de violência, enquanto os países do CARICOM pediam pela manutenção da democracia no país, em uma tentativa de criar precedentes de golpes contra governos democraticamente constituídos na região.

Soldado brasileiro com uma menina haitiana

Com a renúncia de Aristide e seu quase imediato exílio na República Centro-Africana, o Conselho de Segurança das Nações Unidas cria a resolução 1.592 de 2004, que solicita a criação de uma força internacional para assegurar a ordem e a paz no Haiti. No entanto, Aristide denuncia que fora seqüestrado por fuzileiros norte-americanos, sendo então forçado a renunciar por um grupo de haitianos e civis estadunidenses, informação negada pelos Estados Unidos. Esta ação também teria tido o apoio do governo francês.

Após negociações, e por ter o maior contingente, o Brasil assumiu o cargo de coordenação da recém-formada Missão das Nações Unidas para a estabilização no Haiti, ou simplesmente MINUSTAH.

[editar] Amazônia

O Exército, presente na Amazônia desde o início do século XVII, vem ampliando seu dispositivo pela instalação de diversas unidades de fronteira. Tais unidades representam pólos de crescimento, em torno dos quais, como ocorreu no passado, crescem núcleos habitacionais. Atualmente, a Força dispõe de cerca de 25.000 militares servindo na região amazônica.

[editar] Equipamento

[editar] Armas de infantaria

Ver artigo principal: Armas do Exército Brasileiro
  • M964 FAP, versão do FN FAL 50.41.
  • M964, versão do FN FAL 50.50.
  • M964A1, versão do FN FAL 50.63.
  • IMBEL MD97
  • M4A1.
  • M972, versão do Beretta Modelo 12.
  • M973, versão do M1911
  • M975 versão do Beretta 92.
  • Barrett M82A1.
  • Heckler & Koch PSG1.
  • FN MAG.
  • FN M2HB.
  • Carl Gustav 84mm.
  • AT-4 84mm.
  • ERYX.
  • MILAN.
  • Igla SA-18.

[editar] Veículos blindados

Veículo blindado de fabricação brasileira EE-9 Cascavel.
O M109 é o canhão autopropulsado mais moderno do Exécito Brasileiro.

[editar] Artilharia

  • 72 M108 105mm.
  • 38 M109 155mm.
  • 20 ASTROS II 108/180/300mm.
  • 92 M114 155mm.
  • 36 L118 105mm.
  • 8OTO Melara Mod 56 R 105mm.
  • 320 M101 105mm.
  • +100 Morteiro raiado de 120 mm

[editar] Artilharia antiaérea

  • 4 Roland II.
  • 38 Oerlikon 35mm.
  • 24 Bofors 40mm L/70.
  • Bofors 40mm L/60 (siendo retirados).

[editar] Aeronaves

O Exército opera cerca de 82 helicópteros:

  • Eurocopter Cougar (HM-3) - 8 - transporte
  • Eurocopter Fennec (HA-1) - 20 - ligação, observação e ataque
  • Eurocopter Panther (HM-1) - 34 - transporte, manobra e ataque
  • Helibras HB 350 (HA-1) - 16 - utilitário, ataque
  • Sikorsky UH-60L (HM-2) - 4 - transporte, manobra, ataque

[editar] Ver também

Commons
O Wikimedia Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Exército Brasileiro

Referências

  1. JANOTTI, Marias de Lourdes. Os Subversivos da República. Brasiliense, 1986
  2. CARVALHO, José Murilo de. Os Bestializados. Companhia das Letras, 1986
  3. Grandes Guerras - Os grandes conflitos do século XX
  4. Celso Castro; Vitor Izecksohn & Hendrik Kraay, "Nova História Militar Brasileira"
  5. Rudolph Bohmler; "Monte Cassino"

[editar] Ligações externas

Forças Armadas

Marinha - Exército - Força Aérea

Marinha - Exército - Força Aérea


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