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Imperatriz Leopoldinense

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Imperatriz Leopoldinense
Imperatriz Leopoldinense
Fundação 6 de Março de 1959 (49 anos)
Escola-madrinha Império Serrano
Cores Verde, Branco e Ouro
Símbolo Coroa
Bairro Ramos
Presidente Luiz Pacheco Drumond
Presidente de honra
Carnavalesco Rosa Magalhães
Comissão de carnaval
Intérprete oficial Paulinho Mocidade
Diretor de carnaval Wagner Araújo
Diretor de harmonia Chico Branco
Diretor de bateria Mestre Marcone
Rainha da bateria Luiza Brunet
Madrinha da bateria
Mestre-sala e porta-bandeira Ubirajara
Verônica Barbosa
Coreógrafo Alex Neoral
Comissão-de-frente {{{comissão-de-frente}}}
Enredo de 2009 Imperatriz... Só quer mostrar que faz samba também
Dia e hora do desfile (2009) 23 de fevereiro
entre 23h10 e 23h40

O Grêmio Recreativo Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense é uma escola de samba do Rio de Janeiro.

Fundado em 6 de março de 1959 por Amaury Jório e alguns remanescentes do extinto rancho Recreio de Ramos: Oswaldo Gomes Pereira , Elísio Pereira de Mello, Agenor Gomes Pereira, Vicente Venâncio da Conceição, José da Silva (Zé Gato), Jorge Costa (Tinduca), Francisco José Fernandes (Canivete), Manoel Vieira (Sagüi) e Aloísio Soares Braga (Índio). A escola se orgulha de seus desfiles ao mesmo tempo originias e luxuosos, característicos de seus principais carnavalescos, como Arlindo Rodrigues, Max Lopes,Viriato Ferreira e atualmente Rosa Magalhães. É a única escola de samba do Rio de Janeiro que obteve nota máxima em todos os quesitos, no desfile principal, por três vezes, em 1980,1989 e 2001.

Índice

[editar] Títulos

  • 1980: O que que a Bahia tem
Com a chegada do consagrado carnavalesco Arlindo Rodrigues, que já havia sido campeão algumas vezes pelo Salgueiro e, no ano anterior, campeão na Mocidade, a Imperatriz traz um enredo tradicional, a Bahia e sua rica cultura. Primando pela beleza, originalidade e requinte característicos de Arlindo Rodrigues nas alegorias e fantasias, além de um samba melodioso, cantado por Dominguinhos do Estácio, a escola de Ramos conquista o seu primeiro título, dividido com a Portela e a Beija-flor.
  • 1981: O teu cabelo não nega
Buscando o segundo título de sua história, a Imperatriz mantém sua equipe vitoriosa e consegue a proeza de ser a bi-campeã, superando as duas escolas que haviam empatado com ela no ano anterior. O desfile inesquecível, aliando originalidade e luxo, o apuro nas fantasias e alegorias e um samba que caiu no gosto popular, o famoso "Só dá Lalá", ajudaram a levar a escola a uma das mais incontestáveis vitórias do carnaval recente.
O enredo, desenvolvido por Max Lopes, contava a história do fim da monarquia brasileira e a proclamação da república tendo como personagens históricos, D. Pedro II, princesa Isabel e marechal Deodoro. A escola apresentou um desfile luxuosíssimo e com um samba belíssimo da autoria de Niltinho Tristeza, Preto Jóia, Vicentinho e Jurandir, considerado um dos mais belos sambas de todos os tempos. Foi um desfile carregado de emoção. Uma imagem que marcou este desfile é a de um carro alegórico, representando o marechal Deodoro montado em cima de um cavalo, que era mais alto que a torre de televisão do Sambódromo.
  • 1994: Catarina de Médicis na Corte dos Tupinambôs e Tabajeres
A chegada à escola de Rosa Magalhães – trazida por Viriato Ferreira – geraria seu primeiro fruto no campeonato de 1994. A ousadia do enredo, que descrevia uma festa realizada em Ruão no século XVI com motivos inspirados nos indígenas brasileiros, permitiu um desfile surpreendente, ao mesmo tempo luxuoso e empolgante. Esse seria o primeiro dos campeonatos conquistados pela carnavalesca na escola. O samba acompanhou a ousadia visual reunindo termos em português e francês. A sensação do desfile foi a comissão de frente, representando dançarinos da corte francesa, que fazia movimentos com leques amarelos e verdes. O desfile mostrou o luxo da Renascença e da fauna brasileira (onça, borboletas, graças, papagaios, tucanos etc). Montaigne, o primeiro homem de letras de peso a registrar os índios brasileiros, na festa em Ruão, organizada pelos mercadores locais em homenagem ao rei Henrique II, foi retratado no último carro da escola.
  • 1995: Mais vale um jegue que me caregue que um camelo que me derrube, lá no Ceará
Segundo bicampeonato conquistado pela escola, o desfile de 1995 é considerado por muitos como o trabalho mais bem elaborado de Rosa Magalhães. Os detalhes das alegorias e a originalidade e leveza das fantasias criaram um conjunto visual dos mais impressionantes jamais apresentados. O patrocínio do Governo do Ceará foi realizado de forma sutil, sem imposições ou agressões ao enredo. Esse tipo de abordagem se tornaria uma característica da carnavalesca e da escola louvada até hoje por personalidades do samba como Fernando Pamplona. Trazendo à lembrança a fala de uma personagem da obra A farsa de Inês Pereira de Gil Vicente, teatrólogo português do século XV - "Mais vale um asno que me carregue, que um cavalo que me derrube" - a Imperatriz Leopoldinense apresentou o fracasso de uma expedição científica ao sertão do Ceará, organizada por D. Pedro II, que contou com 14 camelos vindos da Argélia, que não resistiram e foram substituídos por jegues nordestinos. Destaque para os adereços da comissão de frente de Fábio de Mello: sombrinhas de frevo em dourado e verde. Apastada do Portela, Luiza Brunet assumiu o posto de Rainha de Bateria da Imperatriz. Encerrando o desfile, o carro Viva o Jegue saltou balões pela avenida e contou com a presença dos cearenses Fagner, Renato Aragão e Tom Cavalcante .
  • 1999: Brasil mostra a sua cara em... Theatrum Rerum Naturalium Brasiliae
Após a ousadia do ano anterior, quando apresentou o enredo futurista Quase no ano 2000, a Imperatriz investiu novamente em um tema histórico, versando, desta vez, sobre a expedição holandesa comandada por Mauricio de Nassau que trouxe diversos artistas e cientistas, que acabaram deixando marcas importantes em Recife e no Brasil, além de terem estudado a fauna e a flora brasileira. Os resultados foram publicados em diversos volumes intitulados Theatrum Rerum Naturalium Brasiliae (Teatro com as coisas naturais do Brasil). A originalidade das fantasias e alegorias, misturando a iconografia seicentista com elementos do folclore brasileiro, foi acentuada pela irreverência e bom humor característicos de sua carnavalesca. Rosa Magalhães.
  • 2000: Quem descobriu o Brasil, foi seu Cabral, no dia 22 de abril, dois meses depois do carnaval
A Imperatriz Leopoldinense é bicampeã do carnaval pela terceira vez, fato inédito no Sambódromo. Desde a comissão de frente, que formava a caravela de Pedro Álvares Cabral até os carros luxuosos e criativos, passando pelas fantasias minuciosas das alas, a Imperatriz contou na avenida a história da viagem que levou Cabral a descobrir o Brasil. A carnavalesca Rosa Magalhães usou o dourado ao lado de cores fortes, como lilas, rosa-choque e vermelho, principalmente nos primeiros carros que fizeram referências ao comércio de Portugal com a Ásia e a África. O último setor da escola, representando o carnaval brasileiro nas cores tradicionais da escola - verde, dourado e amarelo - era fechado por uma escultura representando Lamartine Babo, autor da marchinha que deu nome ao enredo. O famoso compositor carioca - que "desfilava" pela segunda vez na escola (a primeira vez foi em 1981, quando foi homenageado no enredo O teu cabelo não nega) foi considerado um verdadeiro talismã.
  • 2001: Cana-caiana, cana roxa, cana fita, cana preta, amarela, Pernambuco... Quero vê descê o suco, na pancada do ganzá
Com um desfile impecável, a Imperatriz Leopoldinense torna-se a primeira tricampeã da era Sambódromo e do novo século. A qualidade das alegorias e a originalidade e malícia do enredo sobre a cana (que terminaria numa homenagem inesquecível ao compositor mangueirense Carlos Cachaça), associados ao samba de forte apelo popular que empolgou a escola, foram a receita para o sucesso. A fantasia da bateria, representando um grande canavial, impressionou pela beleza.

[editar] Outros carnavais

+ Carnaval Carioca
Tópicos Gerais
Carnaval no Rio de Janeiro | Blocos de Carnaval
História
Ameno Resedá | Baile de Máscaras | Batalha de confete | Bloco carnavalesco | Bloco de sujo | Clóvis | Clube carnavalesco | Confete | Congresso das Sumidades Carnavalescas | Cordões | Corso carnavalesco | Cucumbi carnavalesco | Entrudo | Limão de cheiro | Marchinha | Ranchos | Serpentina | Sociedade carnavalesca | Zé Pereira
Personalidades
Albino Pinheiro | Arlindo Rodrigues | Aroldo Melodia | Cartola | Clóvis Bornay | Eneida de Morais | Ismael Silva | Jamelão | João da Baiana | Joãosinho Trinta | Lucinha Nobre | Max Lopes | Mestre Ciça | Mestre Louro | Mestre Odilon | Neguinho da Beija-Flor | Paulo da Portela | Renato Lage | Rosa Magalhães | Silas de Oliveira | Tia Ciata | Viriato Ferreira | Zé Espinguela
  • 1960: "Homenagem à Acadêmia Brasileira de Letras"
  • 1961: "Riquezas e maravilhas do Brasil"
  • 1962: "Rio no século XVIII"
  • 1963: "As três capitais"
  • 1964: "A favorita do Imperador"
  • 1965: "Homenagem ao Brasil no IV Centenário do Rio de Janeiro"
  • 1966: "Monarquia e esplendor da História"
  • 1967: "A vida poética de Olavo Bilac"
  • 1968: "Bahia em festa"
  • 1969: "Brasil, Flor Amorosa de Três Raças"
  • 1970: "Oropa, França e Bahia"
  • 1971: "Barra de Ouro, Barra de Rio, Barra de Saia"
  • 1972: "Martim Cererê"
A Imperatriz Leopoldinense participa da telenovela Bandeira 2 da Rede Globo, onde o bicheiro Tucão (Paulo Gracindo) é o patrono da escola, Zé Catimba (Grande Otelo), um dos compositores, e Noely (Marília Pêra), a porta-bandeira. A exposição na televisão fez com que a escola se popularizasse. Seu samba-enredo “Martim Cererê”, uma homenagem ao poeta paulista Cassiano Ricardo, caiu no gosto popular e, como conseqüência, e escola obteve sua melhor colocação até então no desfile principal, quarto lugar.
  • 1973: "ABC do Carnaval à Maneira da Literatura de Cordel"
  • 1974: "Réquiem por um Sambista, Silas de Oliveira"
  • 1975: "A Morte da Porta Estandarte"
  • 1977: "Viagens Fantásticas às Terras de Ibirapitanga"
  • 1978: "Vamos Brincar de ser Criança"
  • 1979: "Oxumaré, a lenda do arco-íris
  • 1982: "Onde canta o Sabiá"
  • 1983: "O rei da Costa do Marfim visita Xica da Silva em Diamantina"
  • 1984: "Alô Mamãe"
  • 1985: "Adolã, a Cidade Mistério"
  • 1986: "Um Jeito pra Ninguém Botar Defeito - Agüenta Coração"
  • 1987: "A estrela Dalva"
  • 1988: "Conta outra que essa foi boa"
  • 1990: "Terra Brasilis: o que se plantou deu"
  • 1991: "O que que a banana tem"
  • 1992: "Não existe pecado do lado de baixo do equador"
  • 1993: "Marquês que é marquês do saçarico é freguês"
  • 1996 - "Imperatriz Leopoldinense Honrosamente Apresenta "Leopoldina, a Imperatriz do Brasil"
A escola de Ramos ficou com o vice-campeonato, apresentando um desfile perfeito. A Imperatriz obteve patrocínio da Áustria para o enredo e mostrou um carnaval luxuoso, em que simulou uma nevasca (alegoria Passeio de Trenó) no Sambódromo. A comissão de frente veio tocando violino, representando o casamento de Dom Pedro I com a Imperatriz Leopoldina. A alegoria representando a chegada de Leopoldina ao Brasil lembrou o quadro "O desembarque da arquiduquesa Leopoldina" de Debret. No carro Festa de Noivado, destacaram-se os castiçais e Sidney Magal como D. Pedro. A última alegoria era uma reprodução fiel do monumento em homenagem à Independência, localizado na Praça Tiradentes, no Rio, com um destaque vivo representando Dom Pedro.
  • 1997 - "Eu sou da lira, não posso negar"
Ala de baianas no carnaval de 1998, representando o globo terrestre.
  • 1998 - "Quase no ano 2000..."
A carnavalesca Rosa Magalhães aceita o desafio de realizar um carnaval futurista e cria uma escola de samba sem nenhuma pluma. A comissão de frente representando homens alados que se tranformavam em pássaros e foguetes abriu um desfile emplogante com destaque para a bateria com fantasias de três metros de altura. Fechando o desfile a escola apresentou uma ala de baianas representando o globo terrestre num alertta para a preservação ecológica e para a biodiversidade.
  • 2002 - "Goitacazes... Tupi or not Tupi in a South American Way"
A Imperatriz, atrás do quarto título seguido, fez o que sabe: um desfile compacto, correto e muito emocionante. Abordou costumes de índios canibais que viviam em Campos, norte do Estado do Rio, associou isto ao movimento Antropofágico; voou para os personagens Peri e Ceci da obra romântica "O Guarani", da autoria de José de Alencar e que virou ópera de Carlos Gomes; passou por Macunaíma e o Modernismo; por Iracema e o Tropicalismo, e fechou com Carmem Miranda e Chacrinha. As fantasias e alegorias estavam muito bonitas e a comissão de frente de muito bom-humor. Os quinze bichos-papões introduziram a escola com muita graça, abrindo espaço para o primeiro carro - o "Comilança".
  • 2003 - "Nem todo pirata tem a perna de pau, o olho de vidro e a cara de mau..."
Encerrando os desfiles de carnaval no Sambódromo, a Imperatriz Leopoldinense apresentou o enredo sobre o problema da pirataria em várias épocas. A Imperatriz fez novamente um desfile impecável, apostando em uma apresentação mais leve, com fantasias coloridas e bom-humor. A comissão de frente veio fantasiada de caveiras piratas, trazendo um baú com tesouro. Os componentes evoluem com uma divertida coreografia. O consagrado casal de mestre-sala e porta-bandeira Chiquinho e Maria Helena, mãe e filho, completavam vinte anos juntos defendendo a escola de Ramos. O terceiro carro fez uma leitura infanto-juvenil do enredo, representando a Terra do Nunca e com componentes personificando personagens como o Capitão Gancho, a fada Sininho e um Peter Pan voador. O carro "Pirataria S.A." criticou a pirataria profissional e apresentou carros, cds, calçados, brinquedos e outros itens pirateados na sociedade, trazendo ainda dizeres alertando para a situação. A última alegoria, "O Pirata do Carnaval dos Sete Mares Não Tem Nada de Mal", trouxe à frente a modelo Daniela Sarahyba e, no alto, o cantor Elymar Santos personificando o "pirata do carnaval".
  • 2004 - "Breazail"
A Imperatriz Leopoldinense foi buscar na história da cidade de Cabo Frio o mote para o enredo. Na viagem proposta pela carnavalesca Rosa Magalhães, a história da cor vermelha nas civilizações celta, chinesa e, claro, brasileira, com a extração do pau-brasil. Para isso, trocou o verde e branco pelo vermelho, e mais uma vez competente, se credenciou ao título. David do Pandeiro foi demitido pelo presidente de honra da escola, Luizinho Drummond, durante o ensaio técnico. Ronaldo Yllê, que era o segundo puxador da Imperatriz, defendeu o samba na avenida. Como de costume, a comissão de frente, "bruxas alquimistas" que fervem substâncias no caldeirão, prenuncia a beleza e a categoria do carnaval de uma Imperatriz muito colorida, especialmente em vermelho, como pede o enredo.
  • 2005 - "Uma Delirante Confusão Fabulística"
A Imperatriz fez um desfile impecável, com mais de uma hora de atraso, sofrendo as consequências dos problemas acontecidos com a Portela, que havia desfilado anteriormente. O enredo foi uma homenagem aos 200 anos de nascimento do autor de histórias infantis Hans Christian Andersen. O abre-alas, o carro Era uma Vez, trazia a imagem do escritor e era ao mesmo tempo uma réplica de um pequeno teatro, de onde a corte do Reino de Fadas saía e evoluía. Outro carro que impressionou pelo preciosismo na confecção foi o Rouxinol do Imperador, sobre a história de mesmo nome. Cerca de 200 réplicas de porcelana chinesa feitas de isopor e papel decoravam a alegoria. A alegoria Quarto de Brinquedos também foi grata surpresa na avenida. Dois carros interligados traziam bailarinas e soldadinhos de chumbo em coreografias que simulavam movimentos de brinquedos de corda. Por fim uma homenagem ao escritor brasileiro Monteiro Lobato com alas e um carro sobre o Sítio do Picapau Amarelo, A comissão de frente foi formada por 15 bailarinos vestidos de cisnes. O ponto alto da bateria foi a paradinha no estilo afoxé. A Imperatriz convidou Mestre Jorjão para auxiliar Mestre Beto terminou seu desfila ao som de "È campeã!".
  • 2006 - "Um por todos e todos por um"
  • 2007 - "Teresinhaaa, uhuhuuuu!! Vocês querem bacalhau?"
O enredo teve como ponto de partida Chacrinha, mostrado numa enorme escultura no abre-alas. A carnavalesca Rosa Magalhães mostrou o bacalhau em suas mais diferentes apresentações, desde o peixe pescado em alto mar até a iguaria salgada pelos bascos e servida nos banquetes medievais. A Imperatriz retratou duas regiões da mitologia nórdica -- Muspilheim e Nifheim -- que teria dado origem à vida ao mundo. Fechando o desfile o bloco do Bacalhau do Batata - tradicional de Olinda, Pernambuco - fazia também uma homenagem aos 100 anos do frevo, comemorado em 2007. A animação e a beleza da ala representando o bloco deram a ela o prêmio Estandarte de Ouro de melhor ala.
Ala de baianas da Imperatriz Leopoldinense no carnaval 2008.
  • 2008 - "João e Marias"
Retornando aos enredos históricos, a escola realizou um desfile de grande beleza e originalidade ao som da bateria comandada por Mestre Marcone, uma das grandes revelações do carnaval 2008. A riqueza cromática do desfile, que começava com as cores pastéis da corte de Maria Antonieta, passava pelo bleu, blanc, rouge da Revolução Francesa, pelo verde e amarelo do Brasil e terminava no verde, ouro e branco da Imperatriz, foi uma verdadeira aula de arte da carnavalesca Rosa Magalhães. O final do desfile, saudado com entusiasmo pelo público, apresentava a heráldica leopoldinense, com alas representando as estrelas, a coroa e a própria bandeira da escola. A escola contou também neste ano com o melhor samba-enredo do grupo especial, detentor do Estandarte de Ouro Prêmio do Jornal O Globo e todos os prêmios que disputou.


[editar] Imperatriz na era Sambódromo

Imperatriz Leopoldinense
Ano Colocação[1] Grupo[2] Enredo Carnavalesco
1984 4° Lugar Especial Alô Mamãe Rosa Magalhães e
Lícia Lacerda
1985 8° Lugar Especial Adolã, A Cidade Mistério João Felício dos Santos e José Félix
1986 8° Lugar Especial Um Jeito Pra Ninguém Botar Defeito (Agüenta Coração) Fernando Alvarez
1987 6° Lugar Especial Estrela Dalva (Homenagem A Dalva De Oliveira) Arlindo Rodrigues
1988 14° Lugar Especial Conta Outra Que Essa Foi Boa Luiz Fernando Reis
1989 Campeã Especial Liberdade, Liberdade! Abra As Asas Sobre Nós! Max Lopes
1990 4° Lugar Especial Terra Brasilis, O Que Se Plantou Deu Max Lopes
1991 3° Lugar Especial O Que é Que a Banana Tem? Viriato Ferreira
1992 3°Lugar Especial Não Existe Pecado Abaixo do Equador Rosa Magalhães
1993 Vice-Campeã Especial Marquês Que É Marquês Do Saririco É Freguês! Rosa Magalhães
1994 Campeã Especial Catarina De Médicis Na Corte Dos Tupinambôs e Tabajeres Rosa Magalhães
1995 Campeã Especial Mais Vale Um Jegue Que Me Carregue Do Que Um Camelo Que Me Derrube... Lá No Ceará! Rosa Magalhães
1996 Vice-Campeã Especial Imperatriz Leopoldinense Honrosamente Apresenta: Leopoldina, a Imperatriz Do Brasil Rosa Magalhães
1997 6° Lugar Especial Eu Sou Da Lira, Não Posso Negar... Rosa Magalhães
1998 3°lugar Especial Quase Ano 2000... Rosa Magalhães
1999 Campeã Especial Brasil, Mostra A Sua Cara Em... Theatrum Rerum Naturaliun Brasiliae Rosa Magalhães
2000 Campeã Especial Quem Descobriu O Brasil, Foi Seu Cabral, No Dia 22 De Abril, Dois Meses Depois Do Carnaval Rosa Magalhães
2001 Campeã Especial Cana-caiana, Cana Roxa,Cana Fita, Cana Preta, Amarela, Pernambuco... Quero Vê Descê O Suco Na Pancada Do Ganzá! Rosa Magalhães
2002 3°lugar Especial Goytacazes... Tupy Or Not Tupy, In American South Way! Rosa Magalhães
2003 4ºlugar Especial Nem Todo Pirata Tem Perna De Pau, Olho de Vidro E A Cara De Mau Rosa Magalhães
2004 5ºlugar Especial Breazail Rosa Magalhães
2005 4ºlugar Especial Uma Delirante Confusão Fabulística Rosa Magalhães
2006 9°lugar Especial Um Por Todos E Todos Por Um Rosa Magalhães
2007 9°lugar Especial Teresinhaa, Uhuhuu? Vocês Querem Bacalhau?? Rosa Magalhães
2008 6ºlugar Especial João e Marias Rosa Magalhães
2009 Especial Imperatriz... só quer mostrar que faz samba também! Rosa Magalhães

[editar] Títulos

[editar] Estandarte de Ouro

A Escola é recordista em estandartes de ouro na categoria Comissão de Frente e Ala das baianas, acumulando 7 estandartes em ambas.

[editar] Ligações externas

Referências

  1. Quando houver empates entre duas escolas numa mesma colocação, deve-se considerar a posição seguinte como vazia. Assim, por exemplo, se em determinado ano duas escolas forem campeãs, a que vier logo atrás deverá ser contabilizada como terceira colocada, e não segunda, ainda que o site da LIGA diga o contrário.
  2. De acordo com a nomenclatura dos grupos utilizadas atualmente pela Liga de Carnaval responsável, vide Anexo:Lista de escolas de samba do Brasil.

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