| Kobe 神戸市 |
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|---|---|
| Província | Hyogo |
| Área | 551,40 km2 |
| População Total: Densidade: |
(2005) 1.521.164 habitantes 2.759 hab./km2 |
| Website | http://www.city.kobe.jp/ |
| Localização da cidade na província | |
Kobe (神戸市 kōbe-shi) é uma cidade japonesa localizada na província de Hyogo.
Em 2005, a cidade tinha uma população estimada em 1.521.164 habitantes e uma densidade demográfica de 2.759 hab./km². Forma com as cidades de Osaka e Quioto (e respectivas regiões metropolitanas) uma aglomeração urbana de 17,4 milhões de habitantes.[1]
Recebeu o estatuto de cidade a 1 de Abril de 1889.
Kobe é um importante centro econômico do país, e detém um dos maiores portos do Japão e do mundo, de onde saiu o primeiro navio com imigrantes para o Brasil. A cidade também é muito conhecida pelo seu próspero entorno urbano, cuja paisagem é realçada pelo Monte Rokko. Situa-se a aproximadamente três horas da capital japonesa, em um trajeto percorrido pelo "Trem-bala", o trem mais rápido do mundo.
Kobe foi atingida por um terremoto de 7.2 graus na Escala Richter em 17 de janeiro de 1995, que ocasionou a destruição de muitas ruas, casas e edifícios.
Às 5h46min da manhã do dia 17 de janeiro de 1995, o terremoto da Região Sul da província de Hyogo, o primeiro grande terremoto a atingir diretamente uma área urbana japonesa, causou danos sem precedentes na região de Hanshin-Awaji, em cidades como Kobe, Awaji e outras.
O abalo que durou apenas 20 segundos vitimou 4.571 pessoas, deixou dois desaparecidos, 14.678 feridos e um grande saldo de destruição: 67.421 moradias, das quais 6.965 totalmente consumidas pelo fogo, principalmente em áreas onde se concentravam antigas casas de madeira, o que reduziu a elegante cidade portuária a meras pilhas de escombros e pedregulhos.
Além dos danos diretos, os moradores da cidade também sofreram um alto grau de danos indiretos, como um longo período de estadia nos abrigos temporários (máximo de 599 locais e 222.127 refugiados). A função educacional das escolas diminuiu devido ao horário reduzido das aulas e ao uso das instalações das escolas como local de refúgio e abrigo temporário.