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Língua espanhola

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Castelhano ou espanhol
 (Castellano o español)
Falado em: Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Espanha, Guatemala, Guiné Equatorial, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, República Dominicana, Uruguai, Venezuela
Total de falantes: 400 milhões
Posição: 3
Família: Indo-européia
 Itálica
  Românica
   Italo-ocidental
    Ocidental
     Galo-ibérica
      Ibero-românica
       Ibero-ocidental
        Castelhano ou espanhol
Escrita: Alfabeto latino
Estatuto oficial
Língua oficial de: Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Espanha, Guatemala, Guiné Equatorial, Honduras, México, Nicaragua, Novo México (EUA), Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico (EUA), República Dominicana, Uruguai e Venezuela

Minorias em predomínio: Nos Estados Unidos Escassas minorias em: Andorra, Belize e Gibraltar.
Núcleos de imigrantes em: Alemanha, Arábia Saudita, Brasil, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Kuwait, República Checa e Suíça.

Códigos de língua
ISO 639-1: es
ISO 639-2: spa
SIL: SPN

██ Países onde o espanhol tem status de língua oficial.

██ Países ou regiões onde o castelhano é falado sem reconhecimento oficial, ou onde se falam línguas crioulas de origem castelhana (chabacano das Filipinas, etc.) com ou sem reconhecimento oficial, e áreas de forte influência hispânica.

██ Estados dos Estados Unidos da América onde o castelhano não possui status de língua oficial, mas é falado por 25% ou mais da população.

██ Estados dos Estados Unidos da América onde o castelhano não possui status de língua oficial, mas é falado por algo entre 10% a 20% da população.

██ Estados dos Estados Unidos da América onde o castelhano não possui status de língua oficial, mas é falado por algo entre 5% a 9,9% da população.

NOTA: Para informações detalhadas sobre as fontes utilizadas na criação de mapa, ver sua página de descrição

Castelhano (castellano) ou espanhol (español) são os nomes atribuídos a uma língua românica originária da Espanha e que hoje é a língua mais falada das Américas. O idioma castelhano tem essa denominação por ser originário da região de Castela. Junto com o inglês é a língua ocidental que possui mais falantes.

Índice

[editar] Distribuição geográfica

Enquanto na lista mundial de línguas mais faladas figure na segunda, terceira ou quarta posição segundo a fonte consultada (os censos da Índia e América do Sul variam muito segundo o organismo consultado), o que fica claro é que em importância ocupa a segunda posição atrás do Inglês, com quase quatrocentos milhões de falantes nativos.

Embora o castelhano seja uma língua principalmente americana, é falada nos seis "continentes", embora em alguns de forma quase residual:

País Número de falantes
 México 106.682.500[1]
 Estados Unidos 55.000.000[2] (44.321.038 no censo)[3]
Espanha Espanha 46.063.511 [4]
 Colômbia 44.500.000[5]
Argentina 39.745.613[6]
 Peru 28.750.770[7]
 Venezuela ~27.000.000
 Chile 16.763.470[8]
Equador 13.363.593[9]
 Guatemala 13.354.000[10]
 Cuba 11.286.000
 Bolívia 10.027.643[11]
 República Dominicana 9.760.000 [12]
Honduras 7.146.118
El Salvador 6.992.000
Nicarágua 5.603.000 [13]
Costa Rica 4.468.000 [14]
Paraguai 6.127.000 [15]
Reino Unido Reino Unido 107.654[16]
Porto Rico Porto Rico 3.991.000 [17]
Uruguai 3.341.000 [18]
 Panamá 3.343.000 [19]
Guiné Equatorial 1.137.143[20]
 Canadá 1.000.000[21]
França França 440.106[22]
Brasil Brasil 409.564[23]
Alemanha Alemanha 140.000[24]
 Israel 130.000[25]
Suíça 123.000[26]
Belize 106.795 [27]
 Austrália 106.517 [28]
Suécia Suécia 101.472[29]
Itália Itália 89.905[30]
Bélgica Bélgica 85.990[31]
 Japão 76.565[32]
 Andorra 41.644[33]
 Nova Zelândia 21,645[34]
 Marrocos 20.000[35]
 Países Baixos 19.978[36]
Ilhas Virgens Americanas 16.788
 Noruega 12.573[37]
Portugal Portugal 9.744[38]
 Jamaica 8.000
Trinidad e Tobago 4.100
 Rússia 3.320
Luxemburgo Luxemburgo 3.000
Filipinas 2.658[39]
 Argélia 379[40]

[editar] Dialetos

  • Dialeto andaluz
  • Dialeto canário
  • Dialeto churro
  • Dialeto murciano
  • Dialeto extremenho
  • Espanhol amazônico
  • Espanhol andino
  • Espanhol boliviano
  • Espanhol caribenho
    • Espanhol cubano
    • Espanhol dominicano
    • Espanhol portorriquenho
  • Espanhol centro-americano
  • Espanhol chileno
  • Espanhol colombiano central
  • Espanhol colombiano-equatoriano ribeirinho
  • Espanhol mexicano
    • Espanhol mexicano setentrional
    • Espanhol mexicano meridional
  • Espanhol peruano ribeirinho
  • Espanhol venezuelano
    • Espanhol venezuelano central
    • Espanhol venezuelano guaro-maracucho
  • Espanhol rioplatense
  • Espanhol da Guiné Equatorial
  • Espanhol das Filipinas
  • Espanhol neo-tradicional

[editar] Línguas derivadas

Entre as línguas crioulas e outras línguas derivadas desta língua se podem citar o ladino e o chabacano, falado em algumas localidades das Filipinas.

[editar] Diferenças

Castelhano da Espanha Castelhano da América Latina Tradução ao Português
acera vereda (Arg.) calçada, passeio
aguacate palta / aguacate abacate
alquilar rentar (Mex.) alugar, arrendar
alquiler renta (Mex. e e Chile) aluguel, aluguer ou renda (em Portugal)
apresurar apurar apressar
arcén banquina (Arg. Parag. e Urug.) acostamento, berma da estrada
ascensor elevador elevador
calabaza zapallo / ayote (Méx e Amér. Central) abóbora
calabacín chilacayote (Méx e Amér. Central) abobrinha, courgette
coche (automóvil) auto / carro (automóvil) carro (automóvel)
coger tomar / agarrar / sujetar pegar, segurar
chaval chavo (Méx.) / pibe (Arg.) rapaz, garoto, menino, moço, miúdo, chavalo (em Portugal)
chófer conductor / chofer motorista, condutor, chofer
eh / ey / oye che (Arg.) / oye / eh ei / aê / aí
móvil (teléfono) celular (teléfono) celular (telefone), telemóvel
ordenador computadora / computador computador
Papá Noel Santa Claus (Méx e Amér. Central) / Viejito Pascuero (Chile) / Papá Noel Papai Noel, Pai Natal
prisa apuro pressa
puchero olla panela
vídeo video vídeo
zapatillas (deportivas) tenis tênis (Brasil), ténis (calçado), sapatilhas (em Portugal)

[editar] Glossário

  • Amér. Central = América Central
  • Arg. = Argentina
  • Méx. = México
  • Urug. = Uruguai

[editar] Fonemas

Tem semelhanças com o português. Contudo, existem diferenças, sendo as principais, ("letra castelhana/espanhola" = "letra portuguesa"): Ll = Lh, Ñ = Nh, Ch = Tch, B e V = B, X = /ks/ (nem sempre, como em México, que soa como jico). Não há, no espanhol, o som da letra X como em xadrez. As letras K (/ca/, /que/, /qui/, /co/, /cu/), W (/v/ em palavras de origem alemã e /u/ em de origem inglesa) e Y (/i/) fazem parte do alfabeto castelhano/espanhol, a i grega (Y) pode ser consoante ou vogal, quando consoante tem um som mais forte. O "J" é um caso à parte: tem um som inexistente em português (o som que chega mais perto é o do R forte brasileiro e dalgumas zonas de Portugal - como em carro). O som correspondente ao "J" português é representado por "LL" no espanhol platino, e inexistente noutros dialectos. Fora isso não há acentos graves, til (Ñ não conta) ou circunflexo. Assim como no português ge = je e gi = ji, e também há o gue e gui, a letra Q segue o mesmo esquema (que = ke, qui = ki) e também há trema. Em castelhano/espanhol o costume é encerrar palavra com N e não com M. O Ç apesar de ter nascido do castelhano/espanhol foi abolido, tal como o SS. Já RR existe no castelhano/espanhol e usa-se da mesma forma que no português. Vale ressaltar que a pronúncia é de 'dois erres', ou seja, /r/,/r/, e não de /ř/ como em carro /kařo/. O Z e o C, este último antes de E ou I, em Espanha pronunciam-se de forma similar ao "th" inglês em "think" ou "something".

[editar] História

A língua castelhana é o idioma da Espanha, da América do Sul e Central (excepto Brasil, Haiti, Guianas e várias ilhas caribenhas), das Filipinas e da Guiné Equatorial, na África. Conta com cerca de duzentos e cinquenta milhões de falantes. Também é chamada de ”castelhano”, nome da comunidade lingüística (Castela) que lhe deu origem nos tempos medievais. Na Espanha também são falados o catalão, o asturiano, o aragonês e o galego (idiomas de tronco românico), e o basco, uma língua cujas origens ainda são estudadas.

Na formação do castelhano/espanhol, podem-se distinguir três períodos: o medieval ou castelhano antigo (dos séculos X ao XV), o espanhol moderno (entre os séculos XVI e XVII) e o contemporâneo, que vai da fundação da Real Academia Espanhola até nossos dias.

Apesar de ser um idioma falado em regiões tão distantes, a ortografia e as normas gramaticais asseguram a integridade da língua, daí a colaboração entre as diversas Academias da Língua de Espanha e as dos países americanos no intuito de preservar esta unidade. Espanha elaborou o primeiro método unitário de ensino do idioma que é difundido por todo o mundo através do Instituto Cervantes.

[editar] Latim vulgar

Como disse Menéndez Pidal: “a base do idioma é o latim popular, propagado na Espanha a partir do final do século III a.C. até se impor às línguas ibéricas”. Entre os séculos III e VI, a língua que evoluía em Espanha assimilou germanismos através do latim falado pelos povos bárbaros romanizados que invadiram a península. Com o domínio muçulmano de oito séculos, a influência do árabe — idioma dos conquistadores berberes — foi decisiva na configuração das línguas ibéricas, entre as quais se incluem o castelhano/espanhol e o português.

[editar] Glosas medievais

O nome da língua procede da terra dos castelos, Castela. A esta época pertencem as Glosas Silenses e as Emilianenses, do século X, anotações em romance dos textos latinos no Monastério de Yuso (San Millán de la Cogolla), convertendo-se em centro medieval de cultura, mas a mais antiga referência ao idioma vem do Cartulário de Valpuesta, nos primeiros anos do século IX

O primeiro passo para converter o castelhano em língua oficial do reino de Castela e Leão foi dado por Afonso X. Foi ele quem mandou compor em romance, e não em latim, as grandes obras históricas, astronômicas e legais. O castelhano era a língua dos documentos notários e da Bíblia traduzida sob as ordens de Afonso X. Graças ao Caminho de Santiago, entraram na língua escassos galicismos que foram propagados pela ação dos trovadores da poesia cortesã e provençal.

[editar] Árabe

No sul, sob domínio árabe, as comunidades hispânicas que conviviam com as comunidades judaica e árabe falavam moçárabe. Esta é a língua na qual foram escritos os primeiros poemas, as Jarchas, que conservam uma forma estrófica de clara origem semítica, a moasajas. Em quase oito séculos de interação (711-1492), os povos falantes de Árabe deixaram no castelhano um abundante vocabulário de cerca de quatro mil termos. Com o tempo foram caindo em desuso mas há vestigios modernos, palavras de uso comum como tambor, adobe, alfombra, zanahoria, almohada, e a expressão ojalá, como em português "oxalá" que significa "queira deus" (literalmente: queira Alá). Cabe assinalar que penetrou na gramática castelhana a preposição árabe hatta (حتى), que se converteu na preposição espanhola hasta.

[editar] Primeira gramática moderna europeia

A publicação da primeira gramática castelhana, escrita por Elio Antonio de Nebrija em 1492, ano do descobrimento da América, estabelece o marco inicial da segunda etapa de conformação e consolidação do idioma. O castelhano adquire grande quantidade de neologismos, pois o momento coincidiu com a expansão de Castela que, pela força política, conseguiu consolidar seu dialeto como língua dominante. O castelhano é a língua dos documentos legais, da política externa e a que chega à América pela mão da grande empreitada realizada pela Coroa de Castela. Nesta mesma época os judeus sefarditas foram expulsos de Castela e Aragão, levando consigo a fala que daria lugar ao ladino, uma língua que ouvida parece castelhano.

Num primeiro momento, os realistas não mostraram interesse em difundir a língua castelhana na América e nas Filipinas, realizando-se a evangelização nas línguas nativas.

Na França, Itália e Inglaterra são editados gramáticas e dicionários para o ensino do castelhano/espanhol, que ganha o status de língua diplomática até a primeira metade do século XVIII. O léxico incorporou palavras originárias de tantas línguas quantos contatos políticos possuía o Império: italianismos, galicismos e americanismos. No ano 1713 fundou-se a Real Academia Espanhola. Como primeira tarefa, a Academia fixou as mudanças feitas pelos falantes do idioma, o que permitiu grande variedade de estilos literários: da liberdade das alterações sintáticas do barroco, no século XVII, às contribuições dos poetas da geração de 1927. No primeiro terço do século XX apareceram novas modificações gramaticais que, ainda hoje, estão em processo de assentamento. Paralelamente, é contínua a criação de neologismos provenientes das inovações técnicas e dos avanços científicos.

No século XIX, os Estados Unidos da América adquirem o Louisiana de França e a Flórida de Espanha, e conquistam do México os territórios que actualmente formam o Arizona, Califórnia, Colorado, Nevada, Novo México, Texas, Utah e Wyoming. Desta forma, o castelhano/espanhol passou a ser uma das línguas dos Estados Unidos, ainda que estas variedades primitivas só sobrevivam até o início do século XXI em Sant Bernard Parish (Louisiana) e uma faixa que se estende do norte do Novo México ao sul de Colorado.

Depois da guerra hispano-americana de 1898, os Estados Unidos apoderaram-se também de Cuba, Porto Rico, Filipinas e Guam. No arquipélago asiático, impôs um sistema de ensino para substituir o castelhano/espanhol pelo inglês como veículo de comunicação dos filipinos.

No século XX, milhões de mexicanos, cubanos e porto-riquenhos emigraram aos Estados Unidos, convertendo-se na minoria mais numerosa do país: 34.207.000 pessoas, em novembro de 2001.

[editar] Gramática

[editar] Verbo

Os verbos se dividem em três conjugações, que podem ser identificadas segundo as duas últimas letras do infinitivo: -ar, -er ou -ir.

Os verbos conjugam-se em quatro modos verbais: Indicativo, subjuntivo, imperativo e potencial. Ainda, existem três formas impessoais: infinitivo, gerúndio e particípio, que entram na composição dos verbos compostos e perífrases verbais.

Os tempos verbais podem ser simples ou compostos. Para cada tempo simples há um que é composto, que se forma antepondo o tempo simples correspondente do verbo "haber" ao particípio do verbo que se está a conjugar.

Indicativo
tempos simples

  • Presente - por exemplo, "(yo) hablo"
  • Pretérito imperfecto - "hablaba"
  • Pretérito perfecto simple ou pretérito indefinido - "hablé"
  • Futuro - "hablaré"
  • Condicional - "hablaría"

tempos compostos:

  • Pretérito perfecto compuesto - "he hablado"
  • Pretérito pluscuamperfecto - "había hablado"
  • Pretérito anterior - "hube hablado"
  • Futuro compuesto - "habré hablado"
  • Condicional compuesto - "habría hablado"

O pretérito anterior é pouco usado.
Há situações onde se emprega o futuro para expressar dúvida: "serán las tres": serão umas três [horas].

Subjuntivo / Conjuntivo
tempos simples

  • Presente - "yo hable"
  • Pretérito imperfecto - "hablara" o "hablase"
  • Futuro - "hablare"

tempos compostos

  • Pretérito perfecto compuesto - "haya hablado"
  • Pretérito pluscuamperfecto[Pretérito mais-que-perfeito] - "hubiera hablado" o "hubiese hablado"
  • Futuro compuesto[Futuro composto] - "hubiere hablado"

O futuro do conjuntivo é um tempo arcaico que só se emprega hoje em dia em documentos legais. Muitos hispanófonos desconhecem a existência deste tempo verbal. Na Argentina a fala vulgar está-se a generalizar o uso do condicional em substituição do pretérito imperfeito nas frases condicionais ("si yo hablaría", significando "si yo hablara", ou "si yo hablase").

Imperativo: habla (tú), hablad (vosotros)

Para outras pessoas ou em frases negativas, o presente do conjuntivo vale por imperativo.

[editar] Verbos regulares

Tempo Simples Primeiro Segundo Terceiro
Infinitivo: Comprar Vender Vivir
Gerúndio: Comprando Vendiendo Viviendo
Particípio passado: Comprado Vendido Vivido
Indicativo Primeiro Segundo Terceiro
Presente: Compro
Compras
Compra
Compramos
Compráis
Compran
Vendo
Vendes
Vende
Vendemos
Vendéis
Venden
Vivo
Vives
Vive
Vivimos
Vivís
Viven
Pretérito: Compré
Compraste
Compró
Compramos
Comprasteis
Compraron
Vendí
Vendiste
Vend
Vendimos
Vendisteis
Vendieron
Viví
Viviste
Viv
Vivimos
Vivisteis
Vivieron
Imperfeito: Compraba
Comprabas
Compraba
Comprábamos
Comprabais
Compraban
Vendía
Vendías
Vendía
Vendíamos
Vendíais
Vendían
Vivía
Vivías
Vivía
Vivíamos
Vivíais
Vivían
Futuro: Compraré
Comprarás
Comprará
Compraremos
Compraréis
Comprarán
Venderé
Venderás
Venderá
Venderemos
Venderéis
Venderán
Viviré
Vivirás
Vivirá
Viviremos
Viviréis
Vivirán
Potencial: Compraría
Comprarías
Compraría
Compraríamos
Compraríais
Comprarían
Vendería
Venderías
Vendería
Venderíamos
Venderíais
Venderían
Viviría
Vivirías
Viviría
Viviríamos
Viviríais
Vivirían

[editar] Vocabulário

Devido às prolongadas conquistas às quais Espanha foi submetida ou que submeteu outras nações, a língua castelhana foi invadida por uma enorme quantidade de vozes "adquiridas" de línguas de diversos grupos. É possível encontrar palavras celtas, íberas, ostrogodas, visigodas, latinas, gregas, árabes, francesas, italianas, germanas, caribes, aztecas, quechuas, guaranis e outras. A influência relativa de cada um destas "aquisições" varia de acordo com o país falante.

Os países da América, principalmente nas regiões rurais, conservam um grande número de arcaísmos: no extremo sul (Argentina e Uruguai) é frequente no trato coloquial o uso do "vos" em lugar do "tú" tradicional nos restantes países hispanófonos. A forma "vos" provém do trato formal da segunda pessoa do singular de antigamente, e sobrevive em Espanha na forma do trato informal para a segunda pessoa do plural (vosotros). O trato formal actual é "Usted" para a segunda pessoa do singular e "Ustedes" para a segunda pessoa do plural (também utilizados em Espanha).

[editar] Sistema de escrita

O castelhano/espanhol escreve-se mediante o alfabeto latino. Tem uma letra adicional, Ñ, embora no passado ch e ll fossem consideradas letras (ver dígrafo). As vogais podem levar um acento agudo para marcar a sílaba tónica quando esta não segue o padrão habitual, ou para distinguir palavras que, de outra forma teriam a mesma grafia (ver acento diacrítico).

O u pode levar trema (ü) para indicar que este se pronuncia nos grupos "güe", "güi". Na poesia, as vogais i e u podem levar trema para romper um ditongo e ajustar convenientemente a métrica de um verso determinado (por exemplo, ruido tem duas sílabas, mas ruïdo tem três).

Para mais informação, ver Ortografia da língua espanhola.

Referências

  1. Estimativa do INEGI, 30 de junho de 2008.]
  2. Univisión
  3. U.S. Census Bureau (1/7/2006)[1]
  4. INE (1/1/2008) in Diario ABC
  5. Censo DANE (Ago-2008)
  6. Censo INDEC (2008) [2]
  7. INEI (30-jun-2007)
  8. Censo de 30 de junho de 2007 - Instituto Nacional de Estadisticas de Chile
  9. Censo oficial, 1 de julho] de 2005
  10. Organização das Nações Unidas, 30 de junho de 2007
  11. Estimativa para 2008 do Instituto Nacional de Estadisticas de Bolivia
  12. Estimativa da Organização das Nações Unidas para julho de 2007
  13. Estimativa da Organização das Nações Unidas para julho de 2007.
  14. Estimativa da Organização das Nações Unidas para julho de 2007.
  15. Estimativa da Organização das Nações Unidas para julho de 2007.
  16. 59.017 espanhóis (censo 2001) e 48.637 colombianos (estimativa da Open Channels e do consulado colombiano em 1999) [3]. Os colombianos são grupo mais numeroso de latino-americanos, depois dos brasileiros, no Reino Unido
  17. Estimativa da Organização das Nações Unidas para julho de 2007.
  18. Estimativa da Organização das Nações Unidas para julho de 2007.
  19. Estimativa da Organização das Nações Unidas para julho de 2007.
  20. Censo (2008)
  21. PMB Statistics, citado em Media in Canada 2006. tlntv (em 2006 quase 1 milhão de falantes do espanhol vivem no Canadá), broadcastdialogue.com (página 3), comunidadhispanahoy.ca
  22. 1% da população maior de 15 anos do país, que em 2005 era de 44.010.619 (Anexo:Falantes do espanhol na União Européia segundo o Eurobarómetro (2006))
  23. Página 32 de [4] (50% dos 733.000 estrangeiros são do Mercosul, e 43.064 imigrantes espanhóis).
  24. Anuário da Enciclopédia Britânica de 1997 CVC anuario del 99
  25. BBY (1997) (50.000 sefarditas)[5] + 80.000 íbero-americanos [6]
  26. Anuario da Enciclopédia Britânica de 1997 CVC anuario del 99
  27. Pág. 32 do estudo Demografía de la Lengua española
  28. Pág. 32 do estudo Demografía de la Lengua española, dado que se aproxima aos 104.000 dados pela Enciclopédia Britânica
  29. Censo sueco SCB, (2002)
  30. Dos quais 14.905 são espanhóis (censo 2001) e 75.000 equatorianos [7] (o maior grupo de latinoamericanos na Itália)
  31. 1% da população da Bélgica maior de 15 años, que em 2005 era de 8.598.982 (Anexo:Falantes do espanhol na União Européia segundo o Eurobarómetro (2006))
  32. [8] (75.300 latino-americanos não-brasileiros + 1.265 espanhóis Censo 2001)
  33. http://www.mtas.es/migraciones/anumigra/contenido/1-1.pdf Censo 2001] (espanhóis em Andorra
  34. Statistics New Zealand Censo demográfico de 2006
  35. Ethnologue
  36. Residentes espanhóis na Holanda segundo o censo de 2001
  37. Instituto Cervantes
  38. Residentes espanhóis em Portugal segundo o censo de 2001.
  39. Ethnologue
  40. Registro de Matrícula de residentes de los Consulados Españoles. Ministério de Assuntos Exteriores da Espanha, 1999-2001.

[editar] Ver também

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