| Baixo-alemão | ||
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| Outros nomes: | Niederdeutsch, Plattdeutsch, Plattdüütsch ou Nedersaksisch | |
| Falado em: | Alemanha, Países Baixos, minorias em Brasil, Canadá, E.U.A., Rússia e Uruguay | |
| Total de falantes: | 3 milhões | |
| Família: | Indo-europeia Germânica Germânica ocidental Baixo-alemão |
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| Códigos de língua | ||
| ISO 639-1: | -- | |
| ISO 639-2: | nds | |
| ISO 639-3: | nds | |
| SIL: | NDS | |
O baixo-alemão (Niederdeutsch, Plattdeutsch ou Plattdüütsch, em alemão e Nedersaksisch em holandês) é uma língua regional, que pertence à área dialectal das línguas germânicas ocidentais faladas no norte da Alemanha e no leste dos Países Baixos. O baixo-alemão, em muitos aspectos, é parecido com a língua inglesa e o frísio.
O baixo-alemão é fragmentado em vários grupos linguísticos. A língua é reconhecida e protegida como língua minoritária desde 1994 pela Comunidade Européia. Desde maio de 2000 seu código oficial segundo a norma ISO 639-2 é nds.
O termo Platt ("plano", "baixo" em português) refere-se às regiões geograficamente baixas do norte da Alemanha e de partes vizinhas do norte da Europa. O baixo-alemão desenvolveu-se a partir do saxão antigo e do baixo-alemão médio falado pelos cidadãos da Liga Hanseática. Esta língua forneceu muitos préstimos às línguas escandinavas, mas quando a Liga se desfez a língua perdeu sua importância junto com ela.
Índice |
O alemão pomerano, que é uma variedade do baixo-alemão, também chamado de Pommersch, Pommerschplatt ou Pommeranisch, é falado em várias regiões do Brasil, especialmente nos estados meridionais e no estado do Espírito Santo. Uma das localidades mais conhecidas do Brasil onde prevalece o bilingüalismo pomerano-português é Pomerode, Santa Catarina. Uma das localidades onde falava-se o baixo-alemão é Dona Otília, localizada no município de Roque Gonzales, Região das Missões, no noroeste do Rio Grande do Sul.
O baixo-alemão também é falado por grupos minoritários estabelecidos em outros países da América do Sul e da América do Norte, especialmente em comunidades religiosas como a Menonita. No Brasil, além da presença das comunidades menonitas, tradicionalmente, o baixo-alemão tem sido falado por pessoas partidárias da confissão luterana.
Vale notar que o dialeto alemão Hunsrückisch ou (Riograndenser Hunsrückisch) é a forma do idioma alemão que é mais falada no Brasil. Mas outros falares germânicos minoritários também existem em diferentes comunidades de colonização do país. Por exemplo o tirolês, falado em Treze Tílias (ou Dreizenlinden), Santa Catarina, uma localidade estabelecida por famílias austríacas.
Entre os dialetos, incluem-se: